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Muitos dados de treinamento estão fazendo com que os triatletas treinem demais? O que os treinadores realmente pensam

por Ruby Choi 29 Nov 2025 0 Comentários

Os triatletas modernos monitoram mais dados do que nunca, incluindo potência (watts), frequência cardíaca, variabilidade da frequência cardíaca (VFC), níveis de lactato, glicose, qualidade do sono e muito mais. A cada temporada, essa lista aumenta. Os sensores se tornaram mais leves, mais baratos e mais precisos, prometendo treinos mais inteligentes e melhor desempenho.

Com o aumento da quantidade de dados disponíveis, muitos atletas e treinadores têm uma pergunta fundamental: todos esses dados estão ajudando os atletas multiesportivos a treinar com mais eficácia ou estão levando ao sobretreinamento?

Neste artigo, especialistas explicam as principais ferramentas que os triatletas utilizam atualmente. Eles discutem quando os dados são úteis, quando podem ser excessivos e quem se beneficia mais de cada medição.

A ferramenta de medição de dados mais importante para triatletas.

Apesar da explosão de dispositivos vestíveis, os treinadores de elite ainda apontam para uma verdade fundamental:

“A melhor ferramenta de avaliação que um triatleta possui é a consciência corporal — a compreensão de como o treino deve ser percebido.”

Dr. Stephen Seiler, fisiologista de resistência

Os dados são importantes, mas só nos ajudam se os entendermos corretamente. Sem considerar fatores como fadiga, estresse, temperatura, sono e nutrição, os números podem ser mais confusos do que úteis.

Antes de nos perdermos em dispositivos vestíveis, sensores e aplicativos, vale lembrar que os atletas sempre tiveram uma ferramenta de medição integrada: sua própria percepção de esforço.

Portanto, a questão não é se os dados são bons ou ruins. É se os triatletas estão usando os dados certos no momento certo.

Quando os dados ajudam – e quando atrapalham

  • Sobrecarga de dados pode ser contraproducente.O texto alerta que o excesso de dados pode confundir tanto atletas quanto treinadores. Os treinadores devem definir metas claras e conhecer o atleta em primeiro lugar, usando os dados para apoiar, e não substituir, o julgamento.
  • Use menos métricas, porém relevantes.Às vezes, menos dados, mas dados confiáveis, são muito melhores do que coletar números apenas por coletar. O uso inadequado de dados pode causar mais danos do que benefícios.
  • Os atletas reagem de forma diferente.:
    • Um profissional experiente prosperava monitorando tudo — lactato, VFC (variabilidade da frequência cardíaca), frequência cardíaca e potência — combinando as métricas com suas sensações para confirmar que estava no caminho certo.
    • Uma medalhista de ouro olímpica teve dificuldades com a sobrecarga de dados; simplificar para frequência cardíaca mais feedback diário funcionou melhor e reduziu o estresse.
  • Os dados podem criar disciplina ou gerar problemas.O texto observa que os medidores de potência ajudaram alguns atletas a manterem-se honestos e disciplinados, mas o controle obsessivo da nutrição levou outros a cortes de peso de última hora e a um desempenho ruim.

Monitor de frequência cardíaca versus percepção subjetiva de esforço e muito mais

1. Monitores de frequência cardíaca

Por que isso importaA frequência cardíaca é a medida mais acessível da carga interna. Ela mostra o quão intensamente o "motor" está trabalhando em relação ao esforço externo.

Ideal para: Todos os atletas, desde iniciantes até atletas olímpicos. alças peitorais são o padrão ouro. Braçadeiras São aceitáveis. Monitoramento da frequência cardíaca no pulso? Geralmente é muito ruidoso.

Coospo H9Z Heart Rate Monitor

Dicas do treinador: O treino de frequência cardíaca é a ferramenta mais subestimada atualmente. Observar o desacoplamento (quando a frequência cardíaca aumenta em relação à potência/ritmo) indica quando a fadiga ou a falta de combustível estão começando a aparecer. A frequência cardíaca é comparada ao "conta-giros". Ela mostra o esforço do seu motor – se você está no limite ou pedalando confortavelmente.

2. RPE/Registrando como você se sente

Por que isso importaA medida mais barata e simples de todas: como você se sentiu. Tem forte correlação com a carga de trabalho objetiva em pesquisa.

Ideal paraTodos, e especialmente aqueles que viajam ou treinam em condições variáveis.

Dicas do treinador: Muitos treinadores exigem que os atletas enviem tanto dados quanto anotações subjetivas: "Se os dados indicam que você está recuperado, mas suas pernas discordam, confie nelas." A percepção subjetiva de esforço (PSE) combinada com a frequência cardíaca é uma das combinações mais eficazes no treinamento de resistência.

3. Medidores de energia

Por que isso importaA potência é o padrão ouro para carga externa. Ao contrário da frequência cardíaca, a potência não sofre deriva. Ela permite um controle preciso da intensidade e é essencial para o ritmo no ciclismo, especialmente no triatlo, onde a exaustão precoce afeta tanto o ciclismo quanto a corrida.

Ideal paraAtletas que praticam triatlo de longa distância sem vácuo, e qualquer pessoa propensa a "forçar ao máximo cada pedalada".

Dicas do treinadorUm medidor de potência mostra o quanto você se esforçou, mas não indica se essa foi a escolha certa. Ele ajuda os atletas a manterem o foco durante os treinos e competições. Usar um medidor de potência ajuda as pessoas a relaxarem e a seguirem seu plano de treinamento.

4. Variabilidade da frequência cardíaca (VFC)

Por que isso importaA VFC (Variabilidade da Frequência Cardíaca) analisa o equilíbrio do sistema nervoso autônomo. Uma VFC mais alta geralmente significa melhor recuperação e adaptação. A VFC possui forte respaldo científico. Uma meta-análise de 2019 em Medicina Esportiva Descobriu-se que o treinamento guiado pela VFC (variabilidade da frequência cardíaca) melhorava o desempenho de resistência mais do que planos de treinamento fixos.

Ideal paraAtletas que conseguem dar um passo para trás e observar tendências em vez de mudanças do dia a dia.

Dicas do treinadorTreinadores alertam para não se tirar conclusões precipitadas. diário VFC (Variabilidade da Frequência Cardíaca). Um único dia com VFC ruim não significa que você está em overtraining. A VFC é uma ferramenta de tendências, não um tomador de decisões.

5. medidores de lactato

Por que isso importaOferece informações sobre a resposta metabólica e o estado de abastecimento de energia, especialmente quando combinado com potência/FC (frequência cardíaca).

Ideal paraProfissionais e atletas amadores sérios com acesso a protocolos controlados.

Dicas do treinadorOs medidores de lactato são poderosos, mas impraticáveis ​​para a maioria dos triatletas. Os testes devem ser feitos corretamente e de forma consistente. Os treinadores também alertam contra a realização de testes com muita frequência. O lactato é um mapa, não um velocímetro diário.

6. Monitores de glicose

Por que isso importa:

Monitores contínuos de glicose (MCG) ajudam a monitorar os níveis de açúcar no sangue em tempo real e estão se tornando populares entre atletas de resistência. Eles podem mostrar padrões alimentares e ajudar a prevenir quedas de energia (hipoglicemia). Alguns estudos sugerem que níveis estáveis ​​de glicose podem estar ligados a um melhor desempenho, mas a pesquisa sobre o uso de MCG em atletas saudáveis ​​ainda está em desenvolvimento.

Ideal paraExperimentos nutricionais de curto prazo (e.g(testando uma nova estratégia de carboidratos).

Dicas do treinadorEles não estão medindo o músculo em atividade – estão medindo o tecido próximo a um músculo inativo e aplicando algoritmos. Algoritmos sobre algoritmos, e você está muito longe dos dados reais.

Então... Será que os triatletas estão se sobrecarregando com base em dados?

Em muitos casos: sim.

Especialistas observam consistentemente que triatletas — especialmente aqueles com personalidade do tipo A — tendem a se concentrar mais em números do que em ouvir seus corpos. Isso pode levar a:

  • Fadiga persistente
  • Diminuição da motivação
  • Treinamento em “zona cinzenta”
  • Ritmo de corrida ruim
  • Maior risco de doença
  • Ansiedade e estresse

O Dr. Seiler resumiu o treinamento de resistência da seguinte forma: “Os dados são a bússola. O sentimento é o volante.” Os atletas mais fortes usam ambos.

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